Solitary Confinemente é um ensaio sobre a melancolia. Uma narrativa solta que trata o espaço como uma personagem. Aqui estabelece-se uma proximidade muito íntima entre o espaço e o espectador, que,  neste caso, é também o fotógrafo.
O espectador é uma parte integrante da narrativa, embora a sua presença seja subtil, é igualmente importante. No decorrer da ação começa a ser progressivamente notória  a compreensão, a simbiose entre as partes intervenientes.

Aqui o "Espaço" é uma referência directa à «Zone» representada no filme Stalker de Andrei Tarkovski.

Esta série sofreu também influência de outros nomes de relevância na fotografia, entre os quais estão Saul Leiter, Inês D’orey, Carlos Lobo, Francesca Woodman e Laura Makabresku.

No meu entendimento referências músicais são também relevantes  independentemente de o trabalho ser representado visualmente. Tendo isto, «Songs of love and hate» de Leonard Cohen foi uma parte crucial para execução deste trabalho uma vez que se encontram os dois na mesma "frequência".

Back to Top